Lá em Ghana, África, durante a década de 80, artistas geniais eram contratados para fazer adaptações mais genais ainda de pôsteres de filmes excepcionalmente geniais (assim mesmo, sem vírgula).
Quando o VHS tornou-se popular na região, um grupo de africanos saía pelas ruas levando o chamado “cinema portátil”. Para promover a exibição dos filmes, artistas (repito, geniais) eram contratados para pintar e colocar, em uma proporção maior, a capinha da fita VHS.
Mas eles tinham tanta imaginação que acabavam adicionando elementos inexistentes nos filmes. Coisa de gênio, sabe.
Bom, saca só o brilhantismo desses caras (com comentários).

Cujo (Lewis Teague, 1983)
Atenção ao corpo do cachorro. Na certa pensaram que o filme era sobre um cavalo. Ou então, uma continuação sangrenta para História Sem Fim.

O Exterminador do Futuro 2 (James Cameron, 1991)
Não, esse é du caralho. Confundiram Schwarzenegger com Steven Seagal. E detalhe que o corpo dele começa onde o braço termina – ou coisa assim. Melhor é “O” ser substituído por um “coração”. Claro, Terminator é tão romântico.

Deadly Prey (David A. Prior, 1987)
Pô, esse é refinado. Rola uma perspectiva dos prédios, que têm até luzes acesas. Mas o que realmente impressiona é o quão pacífica está a “cabeça do pigmeu sem corpo”. Senti um sorriso da Monalisa ali, uma coisa meio misteriosa do tipo “você pensa que eu morri, né?!”

007 – O Espião Que Me Amava (Lewis Gilbert, 1977)
Uma obra de arte. Aqui, não dá pra saber se a moça é a donzela ou a vilã, de tão horrível que é sua expressão. E o carro?! Praticamente uma limosine infinita. Se prestar bastante atenção (mas muita mesmo) verá que o artista errou na hora de escrever “ME”, porque tem uma espécie de borrão embaixo. Bom, quanto a carpa… ah, deixa pra lá.
Se quiser apreciar mais destas magníficas obras, veja aqui o post do blog que eu peguei emprestado. ^^
(via Raqz)