Resenha: Sim Senhor

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Jim Carrey envelheceu, mas suas piadas não. O ator, que já está com a boca murcha e cheio de rugas, continua fazendo caretas melhor do que ninguém. Mesmo sob a direção chinfrim de Peyton Reed (do legal Separados pelo Casamento), Carrey consegue arrancar boas risadas da platéia. 

Na história, o comediante interpreta Carl Allen, um cara que levava a vida nas coxas até participar de um grupo de auto-ajuda que prega uma simples filosofia: diga “sim” a tudo e encontre a felicidade. 

O filme é aquela coisa: você entra no cinema sabendo como vai começar e terminar. E neste caso, isso não é nenhum problema. 

Mesmo com um roteiro pobre e, como dito, uma direção bem fraca, a produção cumpre seu objetivo de fazer a gente esquecer o mundo lá fora e relaxar na escuridão de uma sala cheirando pipoca. 

Forte candidato ao prêmio de “Melhor Sessão da Tarde” dos próximos anos, Sim Senhor é perfeito para assistir em casa, num dia bem chuvoso ou depois daquela horripilante prova de matemática. Vish, bateu uma saudade da minha adolescência agora. 

Nota: 6,5

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