Resenha: Ilha do Medo

Não sei por que, mas gosto de filmes com manicômios. De Um Estranho no Ninho a Garota, Interrompida, se tem loucos enclausurados, eu já curto. Ilha do Medo tem um manicômio, mas não é só por isso que eu o acho um filmaço. Martin Scorsese já fez umas merdas, como O Aviador, mas aqui o mestre acerta em cheio. Aliás, arrisco a dizer que é o melhor dele desde Cassino.

Agora, conheço uma galera que não curtiu o filme, o acusando de “previsível”. Não, minha gente. Vocês não entenderam. A grande sacada da produção não é a revelação final (que é, de certa maneira, previsível; e Scorsese não faz mesmo muita questão de esconder). O incrível desse filme é como ele é bem construído… como o clima de tensão é desenvolvido com brilhantismo… como cada personagem é fascinante.

Chega a ser claustrofóbico, tamanha é a maneira como somos arremessados naquele ambiente, naquela situação; em que se deve desconfiar de tudo e de todos. E que história emocionante e sofrida!

Talvez poderia ser mais curto e mais ágil em algumas passagens. Ainda assim, Ilha do Medo é simplesmente genial (e com uma das sequências finais mais arrebatadoras do cinema!).

Nota: 9,0

8 comentários

  1. mais uma ótima resenha(um pouco mais objetiva que o normal)que cumpre o que promete:dizer se o filme é bom ou não!

      1. acho bom,fácil de ler.gosto de ler antes de sair pra aula(sempre saio depois da hora)então uma resenha mais objetiva é bem legal.
        claro que quando der vontade,escreva mais!

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